Cooperativas crescem com dois dígitos e há dois anos cai o PIB
Por que lugares evoluídos e que progridem têm boas cooperativas e por quê lugares atrasados e que regridem não têm cooperativas? Por que em um país que há dois anos cai o PIB e as cooperativas do mesmo país crescem com dois dígitos? Nos últimos anos as cooperativas do agronegócio cresceram em média 13% referente ano passado. Temos então a obrigação de olhar como brasileiros para as cooperativas, acima e além como um modelo excepcional de crescimento, superação e progresso em todos os sentidos, além da liderança: a tão esperada nova liderança nacional. O agro ultrapassa todas as tempestades e.
Por que lugares evoluídos e que progridem têm boas cooperativas e por quê lugares atrasados e que regridem não têm cooperativas?
Por que em um país que há dois anos cai o PIB e as cooperativas do mesmo país crescem com dois dígitos?
Nos últimos anos as cooperativas do agronegócio cresceram em média 13% referente ano passado.
Temos então a obrigação de olhar como brasileiros para as cooperativas, acima e além como um modelo excepcional de crescimento, superação e progresso em todos os sentidos, além da liderança: a tão esperada nova liderança nacional.
O agro ultrapassa todas as tempestades e tem sido uma nova capitã que segue firme, apontando para um horizonte seguro e de esperanças. Mas será que as cooperativas conseguirão continuar assim sem reformas no país?
Será lúcido continuarmos esperando e olhando para Brasília? Um dia o Ministro da Agricultura Blairo Maggi , ainda jovem, declarou em um vídeo quando desbravava o Mato Grosso com o seu pai dizendo: “Não devemos olhar nem contar com Brasília, e que podemos muito mais do que eles”.

Não estaria na hora das cadeias produtivas do agro, pelo menos umas 15 cadeias, se organizarem, se reunirem, contratarem estudos tributários ao longo da cadeia, desde a ciência, a educação, as minas de fertilizantes, todos os insumos, a produção, a logística, a distribuição, até o consumidor final?
Imagina apresentarem um plano que seria justo e apropriado para a elaboração de um imposto diferenciado e apropriado a cada cadeia produtiva.
Deveria ser diferente os impostos incidentes sobre uma cadeia, por exemplo a do trigo, onde importamos metade do que consumimos, e que gera dívidas para o país e abastece o mercado interno, que gera receitas para o país.
E para competir globalmente, já está na hora de cair na real. Não conseguiremos exportar custos de governo, impostos e ineficiências, assim como será difícil enfrentar os vendedores mundiais, que são capazes e de elevada produtividade.
Da mesma forma, não poderemos pagar na indústria brasileira custos da incompetência da gestão estrutural da nação. É o fim de governos lentos, caros e de uma utopia populista canibal de si mesma.
Cada grande cadeia produtiva, como por exemplo, açúcar e álcool, soja e milho, carnes, hortifruticultura, café, celulose, citros, arroz e feijão, algodão, trigo, etc., cada cadeia produtiva precisa ter o seu maestro, a sua condução, e essa maestria só nascerá de um profundo incômodo e insatisfação.
Esse incômodo virá da impossibilidade disso ser feito por quem quer que seja, que não os próprios agentes de dentro de cada sistema agroindustrial.
A insatisfação vem da certeza da incompetência que governos centrais têm e terão doravante de governar um país com as dimensões e diferenças de um Brasil.
Um rico país ainda pobre, mas imensamente rico; só dependente de novos técnicos no comando, novos dirigentes, pois a imensa maioria dos antigos ou está na mira da Operação Lava Jato ou perseguida pelo FBI.
E que venham os novos maestros, assim como o meu estimado e admirado amigo, o Maestro João Carlos Martins, nascido e crescido da superação de profundos incômodos… um vitorioso.
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Cooperativas crescem com dois dígitos e há dois anos cai o PIB
Por que lugares evoluídos e que progridem têm boas cooperativas e por quê lugares atrasados e que regridem não têm cooperativas? Por que em um país que há dois anos cai o PIB e as cooperativas do mesmo país crescem com dois dígitos? Nos últimos anos as cooperativas do agronegócio cresceram em média 13% referente ano passado. Temos então a obrigação de olhar como brasileiros para as cooperativas, acima e além como um modelo excepcional de crescimento, superação e progresso em todos os sentidos, além da liderança: a tão esperada nova liderança nacional. O agro ultrapassa todas as tempestades e.
Por que lugares evoluídos e que progridem têm boas cooperativas e por quê lugares atrasados e que regridem não têm cooperativas?
Por que em um país que há dois anos cai o PIB e as cooperativas do mesmo país crescem com dois dígitos?
Nos últimos anos as cooperativas do agronegócio cresceram em média 13% referente ano passado.
Temos então a obrigação de olhar como brasileiros para as cooperativas, acima e além como um modelo excepcional de crescimento, superação e progresso em todos os sentidos, além da liderança: a tão esperada nova liderança nacional.
O agro ultrapassa todas as tempestades e tem sido uma nova capitã que segue firme, apontando para um horizonte seguro e de esperanças. Mas será que as cooperativas conseguirão continuar assim sem reformas no país?
Será lúcido continuarmos esperando e olhando para Brasília? Um dia o Ministro da Agricultura Blairo Maggi , ainda jovem, declarou em um vídeo quando desbravava o Mato Grosso com o seu pai dizendo: “Não devemos olhar nem contar com Brasília, e que podemos muito mais do que eles”.

Não estaria na hora das cadeias produtivas do agro, pelo menos umas 15 cadeias, se organizarem, se reunirem, contratarem estudos tributários ao longo da cadeia, desde a ciência, a educação, as minas de fertilizantes, todos os insumos, a produção, a logística, a distribuição, até o consumidor final?
Imagina apresentarem um plano que seria justo e apropriado para a elaboração de um imposto diferenciado e apropriado a cada cadeia produtiva.
Deveria ser diferente os impostos incidentes sobre uma cadeia, por exemplo a do trigo, onde importamos metade do que consumimos, e que gera dívidas para o país e abastece o mercado interno, que gera receitas para o país.
E para competir globalmente, já está na hora de cair na real. Não conseguiremos exportar custos de governo, impostos e ineficiências, assim como será difícil enfrentar os vendedores mundiais, que são capazes e de elevada produtividade.
Da mesma forma, não poderemos pagar na indústria brasileira custos da incompetência da gestão estrutural da nação. É o fim de governos lentos, caros e de uma utopia populista canibal de si mesma.
Cada grande cadeia produtiva, como por exemplo, açúcar e álcool, soja e milho, carnes, hortifruticultura, café, celulose, citros, arroz e feijão, algodão, trigo, etc., cada cadeia produtiva precisa ter o seu maestro, a sua condução, e essa maestria só nascerá de um profundo incômodo e insatisfação.
Esse incômodo virá da impossibilidade disso ser feito por quem quer que seja, que não os próprios agentes de dentro de cada sistema agroindustrial.
A insatisfação vem da certeza da incompetência que governos centrais têm e terão doravante de governar um país com as dimensões e diferenças de um Brasil.
Um rico país ainda pobre, mas imensamente rico; só dependente de novos técnicos no comando, novos dirigentes, pois a imensa maioria dos antigos ou está na mira da Operação Lava Jato ou perseguida pelo FBI.
E que venham os novos maestros, assim como o meu estimado e admirado amigo, o Maestro João Carlos Martins, nascido e crescido da superação de profundos incômodos… um vitorioso.
Gostei muito do assunto abordado. Será que vai ser postado mais sobre isso todo mês?
Espero com certeza muito mais pois sei que irá me ajudar muito em minhas pesquisas. Grata!