Um novo modelo jurídico-econômico para a infraestrutura

O desperdício no transporte de grãos no Brasil representa 10% da safra, a “fobização” é três vezes mais cara que nos EUA e, ainda, o porto de Roterdã movimenta cinco vezes mais navios que o porto de Santos. Até aqui as melhores rodovias do país são as concedidas ao setor privado, no setor ferroviário, muito embora o investimento na expansão da malha tenha sido feito é claramente insuficiente. Foi anunciado pela Presidência da República, o programa para concessões na área de infraestrutura, abrangendo rodovias, ferrovias, aeroportos, terminais portuários e seu êxito elevará a produtividade e competitividade. Mas é necessário construir um marco regulatório que atraía capital privado, que passa por detalhamento de uma nova era da estrutura de financiamento dos projetos e das garantias aportadas ao financiador.

Renato Buranello

Fundador do Instituto IDEA

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