Equilíbrio entre categorias e a importância da Aberta de Esteio

No dia 14 de agosto teremos a confirmação dos conjuntos inscritos para a final do Freio de Ouro 2017. A partir daí, poderemos analisar e projetar a última disputa do ciclo, tendo a certeza de quem efetivamente disputará a decisão.
Mas, a partir da divulgação do ranking, já é possível tirar algumas conclusões.
A primeira delas é que o desempenho nas classificatórias foi muito parecido nas duas categorias. Vejamos as médias: duas éguas (AM Gaita e BT Basteira) e dois cavalos (Arroyto do Canguçu e Harmonia Ultimato) ultrapassaram a casa dos 21 pontos. 10 fêmeas passaram dos 20 pontos e 9 nos machos. Acima dos 19 pontuaram 23 éguas e 23 garanhões. E, por fim, 13 fêmeas e 14 machos classificaram-se com médias superiores aos 18 pontos.

Aberta de Esteio apresentou excelentes médias mais uma vez – Foto: Felipe Ulbrich

Outra constatação é a importância que a Classificatória Aberta de Esteio (RS) passou a ter desde o ano passado, quando foi criado o novo calendário de etapas. Se a final do domingo, 27 de agosto, fosse hoje, teríamos entre os 28 conjuntos, 11 provenientes desta seletiva (6 éguas e 5 cavalos).
O Bocal de Ouro segue apresentando ótimas médias e teria 8 animais (4 machos e 4 fêmeas) na final. A classificatória de Chapecó (SC) também mostrou bom rendimento e entre os 28 da decisão, chegaria com 5 conjuntos (2 éguas e 3 cavalos).
Bom, isso é “se” a final fosse baseada apenas no ranking. Como o “se” não decide Freio…

Por Sandro Fávero