Diesel: 7 medidas que os governos federal e estaduais devem tomar, logo:

Medidas, nada originais ou que já não tenham sido recomendadas “ad nauseam”.

1. Realocar para outras rubricas a mal localizada Contribuição Financeira para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – que financia gastos dos abusos adquiridos pela elite do Judiciário e Legislativo na Previdência, além da assistência social e a saúde –, a do alienígena Programa de Integração Social (PIS) – criada no regime militar –, além de jogar cal sobre a Cide;

2. Renegociação com as concessionárias de rodovias para excluir a cobrança do pedágio sobre os eixos suspensos dos caminhões vazios;

2. Reorientar, gradual e firmemente, a matriz de transportes, de modo a aumentar a participação da ferrovia e hidrovia no transporte de mercadorias, inclusive coma  concessão mais ágil e com segurança jurídica para que a iniciativa privada possa investir bilhões de reais e gerar empregos;

3. Aumentar a participação dos biocombustíveis e da energia solar e eólica na matriz energética (como fez a Europa), inclusive permitindo a comercialização direta das usinas de etanol aos postos de distribuição, e o aumento imediato da participação do biodiesel de B10 para até B15 – sem subsídios (o que já é viável no Centro-Oeste);

4. Envolver os até agora “fugidios governadores” num problema de todos para diminuí-los dentro dos seus estados, abaixando a alíquota do ICMS sobre o diesel, que hoje supera os impostos federais;

5. Continuar as negociações com as lideranças dos transportadores autônomos,em busca de soluções razoáveis de curto, médio e longo prazo;

6. Fazer respeitar a lei e a ordem contra excessos, garantindo a livre circulação de pessoas e mercadorias, coibindo os excessos, com firmeza, nesta ou em qualquer greve ou eventual lock out.

Ah! E a sétima? Não poderia deixar de falar sobre as escolhas dos brasileiros:

Diminuir o tamanho da máquina estatal (do município, estados e União) ou continuar com a opção de assistir, passivamente, aos aumentos dos gastos pagos com os elevados impostos e diminuindo os serviços públicos de saúde, educação, segurança, até o dia em que uma situação caótica, inadministrável, imponha uma solução traumática. Oxalá dentro dos preceitos constitucionais.

A escolha não é só dos governantes, é sua também, cidadão, afinal é você que escolhe, reelege; e de uma maioria que não vigia nem cobra nada, só fica a culpar os políticos corruptos por tudo de errado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *