Você já ouviu falar na dieta flexitariana?

A dieta flexitariana – ou semi-vegetariana – é uma modalidade da dieta vegetariana

É um nome em inglês para a dieta mais saudável. Se baseia em alguns dias em comidas vegetarianas e outros dias inclui a carne, ou seja, usando o bom senso.

Agronegócio será cada vez mais um sinônimo de saúde humana, desde a ciência, a pesquisa, que orienta e determina os insumos e os procedimentos para a produção agropecuária, passando pela forma como se originam os alimentos, e toda sua logística.

Foto: Marco Santos / USP Imagens

Tudo isso terá o seu valor e irá impactar o sucesso dos acionistas das organizações, ou não, a partir da percepção de saúde. O negócio de alimentos e bebidas, e de tudo que possa ser originado na agropecuária será julgado de maneira cruel, pelo sentido de ser bom ou não para a saúde.

A saúde humana, a saúde ambiental, a saúde de quem produz e dos colaboradores que processam, a saúde dos agricultores, dos vegetais, dos animais e sem dúvida, a saúde dos transportadores, dos caminhoneiros e dos cozinheiros.

Como vivemos na “sociedade do medo”, onde tudo se amplifica pelo terror e o trauma virtual, vem aí, por exemplo, o “semáforo” nos rótulos dos alimentos.

Um dia, alguém já condenou o café e depois o absolveu, outro dia, alguém condenou o ovo, depois o resgatou, agora condenam o leite, mas o Dr. Drauzio Varella o bebeu, e até a banha de porco já se provou não fazer mal.

Parece continuar valendo a máxima do físico e médico Paracelso do século XVI: “A diferença entre o remédio e o veneno é a dose”.

Fonte da imagem: https://www.pensador.com/frase/MTE3NTk1MQ/

 

Movimentos pelas redes sociais regadas a fake news infestam o planeta e não tem vacina para essa proliferação dos traumas virtuais, pra falar de qualidade e segurança de alimentos eu prefiro ouvir o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) de Campinas.

O agronegócio precisa ter um comitê de crise e um plano de educação constante e perene através de porta vozes fundamentados no estado da arte contemporâneo da ciência para virar uma referência popular e de total acesso a toda a população.

Recomendo o Ital para tal missão, por que não o Ital?

Agora, no campo da obesidade, que muitos desejam atribuir aos produtos industrializados, como o demônio a ser exorcizado, uma pesquisa feita na Universidade de Harvard, envolvendo 17 mil mulheres e mais de 24 mil crianças, informou que os hábitos da mãe determinam e pode ser generalizada a informação a tendência ou não a obesidade infantil.

E são cinco os hábitos maternos da saudabilidade infantil:

– Dieta saudável

– Peso sob controle

– Exercícios regulares

– Álcool com moderação

– Não fumar

Portanto, sobre a saúde, voltamos a sagrada Santa da nossa mãe, a responsabilidade pelos nossos hábitos alimentares e consequentemente sermos obesos ou não. Viva as mães.

Para perseguirmos a saúde de verdade, mais educação e hábitos precisaremos desenvolver isso na sociedade, porque até pra ir tomar de graça a vacina do sarampo precisa de muita publicidade.

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