Foi dada a largada para o 2˚Congresso das Mulheres do Agronegócio

CARTAZ CONGRESSO

 

Escolhemos a notícia da abertura das inscrições para a segunda edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio para inaugurar esse espaço que é dedicado a todas as “agroinspiradoras” do Brasil, mulheres que trabalham sozinhas à frente do seu negócio, ou ao lado de seus maridos, irmãos, pais, equipes, em busca do sucesso nesse setor tão importante para a economia e para a sobrevivência do nosso país e das próximas gerações.

A princípio, a partir da próxima semana já estarão abertas as inscrições para o evento que, em 2016, superou todas as expectativas, batendo recorde de participantes (mais de 700 inscritas).

O Congresso vai acontecer somente em outubro, nos dias 17 e 18, no mesmo local do ano passado, Transamerica Expo Center, em São Paulo. Mas os organizadores resolveram iniciar logo as inscrições para atender, principalmente, ao público de outros estados que pretende se programar com antecedência. Em 2016, vieram congressistas de 20 estados.

O tema principal deste ano será Liderança Globalizada, Empreendedora e Integrada. Além de sediar o encontro, o Transamerica Expo responde pela promoção, organização e realização do evento, que tem apoio institucional da ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio), e a coordenação de conteúdo é da BioMarketing.

O Congresso é voltado para agricultoras, pecuaristas, cooperadas, profissionais da indústria, executivas de corporações do setor e herdeiras de propriedade agrícola, além de integrantes da cadeia do agronegócio em geral. Ainda com mais força nesta edição, o evento prioriza a relevância feminina para o avanço inovador, rentável, sustentável e ético do agro. A programação promete ser bem forte. Já confirmados, a Carmen Perez (uma das autoras desse blog e Agorinspiradora), José Luis Tejon, também blogueiro do Canal Rural com o seu Agrosuperação, e a nossa âncora do Mercado & Cia, Kellen Severo.

Para saber mais, escreva pra gente. Você pode comentar aqui no blog ou mandar email para agroinspiradoras@canalrural.com.br

 

22 respostas para “Foi dada a largada para o 2˚Congresso das Mulheres do Agronegócio”

  1. Flavia Guerra disse:

    Oii…gostaria de saber mais sobre o congresso!! Fico aguardando um email de vcs
    Obrigada

  2. Gizele Lodéa disse:

    Como faço a inscrição?!

  3. Josan goulart disse:

    Olá, preciso saber das informações como preço e localização e hospedagem, muito obrigada.

  4. Paula oliboni Nichele disse:

    Incrível essa oportunidade dada à nos, mulheres, de conhecer e aprender mais, num setor que, tem uma maioria de público masculino! Eu tenho muito interesse no setor, e sempre acompanho as novidades!!!
    Pretendo participar desse grande evento!!!!

    • denisecorrea disse:

      Olá Paula,

      Eu acredito que estamos vivendo um momento muito propício para que você possa introduzir suas filhas nesse setor.
      O setor agrícola é um fenômeno tecnológico muito bem organizado. Com uma produção intensiva de altíssimo nível, você em Sorriso, essa região que tanto cresceu e prosperou nesses últimos anos, vivenciou tudo isso.
      Nós, mulheres, estamos tendo todas as oportunidades de ingressar nesse momento especial. As redes sociais nos ajudam e nos permitem essa comunicação e, com isso, identificamos que existe uma força maior e que unidas somos mais fortes.
      O congresso nacional das mulheres é uma excelente oportunidade de relacionamentos.
      Minha sugestão é que você e suas filhas participem desse evento, vocês ficarão surpresas com o número de jovens e mulheres que estão no trabalho do campo.
      Lá, muitos assuntos serão abordados.
      Postaremos aqui no blog os eventos importantes do agronegócio no Brasil.
      Espero encontrá-la em breve,

      Um abraço, Carmen

  5. Flavia Rezende disse:

    Oi Agroinspiradoras, eu estive no congresso,com Marise, Carmen e Carla, não tive o prazer de conhecer o Maria Stella. Adorei o programa e o blog.
    Meu nome é Flavia Rezende, sou produtora no MS, trabalho com meu marido, tenho dificuldade de implementar o manejo racional, meu marido e os peões não me levam muito a sério com esse assunto. Gostaria muito de assistir um programa sobre isso, sei que a Carmem é especialista nesse manejo.Muito obrigada.Flavia

    • Carmen disse:

      Olá Flavia, agradecemos sua mensagem.

      Acho muito importante dizer que essa mudança é totalmente possível, pois quando cheguei na fazenda, o manejo era assustador.
      É uma mudança lenta, diária, já tive no passado essa sensação de patinar, é normal, não desista, é com perseverança e muita dedicação que atingimos nossos objetivos.

      Meu aprendizado, foram os anos, as tentativas, muita perseverança e claro todas as orientações do Professor Mateus Paranhos.

      É fundamental que os líderes e gestores comprem a ideia, em seu caso, seu marido.

      Uma alternativa seria você levar alguém de fora, para fazer um treinamento, ou levar mais vídeos e informações até o seu marido.

      Na semana passada, conversei com uma produtora que trabalha com marido e 2 filhos, a mesma relatou que teve muita dificuldade, mas perseverou e contratou uma pessoa de fora, após essa ação, todos aceitaram de forma mais aberta às orientações e treinamentos.

      Esse trabalho de conscientização é diário e será eterno, mas pode ter certeza que após conhecer esse novo formato de trabalho, com segurança, tranquilalidade e eficiência, toda sua equipe reconhecerá a evolução.

      É uma mudança de cultura, hábitos, mentalidade e toda mudança gera reações e resistências.
      Existem os manuais de boas práticas que são muito orientadores.
      Postarei aqui.

      Boa sorte, Carmen

  6. Camila disse:

    Boa noite, também sou produtora trabalho com meu pai e meu irmão no norte de Minas.
    Assisti o programa, parabéns. Tenho o mesmo problema na fazenda com manejo racional. Gostaria de saber como a Carmem passou essa barreira.Carmen você trabalha com seu marido ou pai ou irmãos?
    Marise quero saber mais também sobre integracao.
    Muito obrigada.
    Camila

    • denisecorrea disse:

      RESPOSTA DA MARIZE PORTO…

      Oi, Camila, estou a sua disposição p/ conversarmos…

      A integração foi a tecnologia que viabilizou a recuperação da minha fazenda, pois da forma convencional era economicamente inviável. Em 10 anos sai de uma situação muito ruim, com solos totalmente degradados (e dívidas!) para solos totalmente recuperados e altas produtividades de grãos e carne por hectare (e sanidade financeira!).
      O Segredo: Tecnologias + Gestão, hoje ambas estão disponíveis p/ “a produtora rural”, independente do tamanho, do solo, dos tipos de consórcios etc.

      Vou te fazer um convite: no dia 31/03 vamos fazer um “dia de campo na Fazenda Sta.Brigida”, onde mostraremos os resultados de 11 anos de ILPF e a gestão do sistema integrado. Venha e tire suas dúvidas!

      O convite e demais informações já estão aqui no nosso blog.

      Abraços, Marize.

  7. Alberto disse:

    Bom dia, parabéns pela iniciativa.
    Li uma matéria na revista DBO, sobre um projeto da Carmen com o senhor Paranhos de tirar a marca a fogo.
    Fiquei interessado em saber como será esse projeto?
    Tenho vontade de fazer essa transição, meu receio é como iremos identificar esses animais a campo? Mês de nascimento? E na durabilidade desses brincos?
    Gostaria de mais informações.
    Muito obrigada. Alberto Junqueira

    • denisecorrea disse:

      Bom dia Alberto,

      Agradeço seu interesse nesse tema.
      É um projeto novo, mas tenho plena convicção que será o futuro da nossa pecuária.
      Iniciamos em dezembro de 2016.
      Eliminamos os 4 dígitos de identificação manejo interno, o mês e ano que marcávamos na paleta.
      A marca da brucelose mantivemos, essa ainda é obrigatória e a marca da fazenda.
      É um novo projeto, com a orientação do Professor Mateus Paranhos em parceria com a Allflex.
      Todos estamos muito empenhados e otimistas com esse novo formato de trabalho.
      1- Na maternidade, no dia do nascimento do bezerro, o vaqueiro ao curar o umbigo, coloca um colar de elástico colorido (cada mês tem uma cor) que tem um brinco já com uma numeração. Esse número é associado ao número da vaca, mãe do bezerro.
      2- Após 3 dias, juntamos o lote, já não precisamos acasalar vaca e bezerros, acelerando e facilitando o trabalho dos vaqueiros, fazemos o seguinte manejo :
      A- tatuagem
      B- 3 furos na orelha
      C- vermífugo e curamos outra vez do umbigo.
      D- massagem
      3-Estamos testando a manutenção do colar por até 30 dias, fase em que a orelha já está completamente cicatrizada.
      4- Então esses bezerros serão brincados.
      Na orelha direita será o brinco eletrônico, colorido. A cor será um indicativo para nos orientar a campo do mês de nascimento.
      Cada mês terá uma cor.
      Ao lado esquerdo, será o brinco com o números de manejo .
      5-Acreditamos ser importante o uso de um software para gestão desses dados.
      Um passo importante para o bem estar animal, trabalhando a gestão de dados.

      Um abraço, Carmen

  8. Ângela Sousa milhomem disse:

    Boa tarde!
    Como faço pra fazer inscrição?

  9. Ana Cristina disse:

    Parabens canal rural,e para a voces produtoras que estao doando esse tempo a nós.
    Carmem, gostaria de saber sobre o novo projeto de tirar a marca a fogo.Sou veterinaria e gostaria de sugerir para meus clientes.
    Sei que esta com o grupo Etco.Qual brinco voce usa?, voce poderia fazer um dia de campo.Muito obrigada Ana

    • denisecorrea disse:

      Olá Ana, agradeço sua mensagem.

      Iniciamos sim esse novo projeto em dezembro de 2016.
      Eliminamos os 4 dígitos de identificação manejo interno , o mês e ano que marcávamos na paleta.
      A marca da brucelose mantivemos , essa ainda é obrigatória e a marca da fazenda.
      É um novo projeto, com a orientação do Professor Mateus Paranhos em parceria com a Allflex.
      Todos estamos muito empenhados e otimistas com esse novo formato de trabalho.
      1- Na maternidade, no dia do nascimento do bezerro, o vaqueiro ao curar o umbigo, coloca um colar de elástico colorido( cada mês tem uma cor) que tem um brinco já com uma numeração. Esse número é associado ao número da vaca, mãe do bezerro.
      2- Após 3 dias, juntamos o lote, já não precisamos acasalar vaca e bezerros, acelerando e facilitando o trabalho dos vaqueiros, fazemos os seguinte manejo :
      A- tatuagem
      B- 3 furos na orelha
      C- vermífugo e curamos outra vez o umbigo.
      D- massagem
      3-Estamos testando a manutenção do colar por até 30 dias, fase em que a orelha já está completamente cicatrizada.
      4- Então esses bezerros serão brincados.
      Na orelha direita será o brinco eletrônico, colorido. A cor será um indicativo para nos orientar a campo do mês de nascimento.
      Cada mês terá uma cor .
      Ao lado esquerdo será o brinco com o números de manejo .
      5-Acreditamos ser importante o uso de um software para gestão desses dados.
      Um passo importante para o bem estar animal, trabalhando a gestão de dados.
      Um abraço, Carmen

  10. Gustavo disse:

    Essas mulheres vão dominar o mundo!! Parabéns pelo trabalho de vocês.
    Carmen, tenho muito interesse nesse trabalho dos brincos, a gestão de coleta de dados no curral é muito ineficiente. Se puder compartilhar Agradeço.
    Muito obrigada Gustavo

    • denisecorrea disse:

      Olá Gustavo,

      Agradeço seu interesse.

      É um passo importante para o bem estar animal.

      Esse controle de dados, com o brinco eletrônico, aumenta nossa eficiência e diminui nossa margem de erros na coleta de dados.
      É a tecnologia atuando no dia a dia da pecuária.
      Vamos caminhar todos juntos!!

      Obrigada, Carmen

  11. Eu gostei demais das dicas. Como faço para baixar o ebook completo?

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